Sento-me, poiso o livro, olho o relógio. Peço um café, olho em volta, olho o relógio novamente. Estou nervoso, cheguei atrasado. Se calha já se foi embora...
Olho o telémovel, diz que já vem a caminho.
Bebo o café de um trago queimando a lingua, mas o que importa isso? Olho o menu, poiso o menu. Abro o livro, leio umas palavras mas não fazem sentido, o menu cai no chão. Levanto-me num ápice para o apanhar quase derrubando a mesa. A empregada olha para mim sorrindo, notava-se assim tanto que estava nervoso?
Olho o telémovel, pergunta-me se estou aqui. Estupido! Não lhe tinha respondido! Calma ela vem ai e explicas a situação, mas o que há a explicar? Não foi nada de especial, tenho que ter calma!
Agarro o livro outra vez, pouso-o outra vez, olho o menu outra vez, o meu coração bate cada vez mais forte, agarro outra vez o livro e pouso-o outra vez!
Olho pela montra para a cidade tentando vislumbrar alguem conhecido, mas porquê é que estou assim tão nervoso? Parece que é a primeira vez que me encontro com alguêm... Lá fora os carros banham-se na luz tardia do sol de Inverno...
Um rosto conhecido surge e num singular momento sinto um turbilhão de sentimentos. Primeiro reconheci quem era, era ela, sempre vinha ao encontro. Senti um aperto no peito, custava-me respirar, parecia que o meu coração parara durante um breve segundo enquanto os olhos dela olharam os meus. Senti que o tempo parou, que se deteve durante uma inteira eternidade. Tudo á minha volta parecia distante, senti que estava noutro mundo, numa dimensão só partilhada por nós os dois. O único som que ouvia era o lento bater do meu coração. Ela sorria, exorcisando de mim todos os sentimentos negativos que me queriam roubar a alma. Senti uma injecção de felicidade, de alegria, de amor a precorrer o meu corpo e sorri...
O tempo continuou...
Estava parvo a olhar para a rua, ela já lá não estava, entrava agora no Café. Acordei de repente, ainda estava abananado com aquele momento. Não entendera o que acontecera! Porque estava tão nervoso? Porque senti tudo aquilo quando a vi?!
Agora que olho para trás percebo o que aquilo queria dizer. Aquele momento queria dizer apenas que te amava.
Olho o telémovel, diz que já vem a caminho.
Bebo o café de um trago queimando a lingua, mas o que importa isso? Olho o menu, poiso o menu. Abro o livro, leio umas palavras mas não fazem sentido, o menu cai no chão. Levanto-me num ápice para o apanhar quase derrubando a mesa. A empregada olha para mim sorrindo, notava-se assim tanto que estava nervoso?
Olho o telémovel, pergunta-me se estou aqui. Estupido! Não lhe tinha respondido! Calma ela vem ai e explicas a situação, mas o que há a explicar? Não foi nada de especial, tenho que ter calma!
Agarro o livro outra vez, pouso-o outra vez, olho o menu outra vez, o meu coração bate cada vez mais forte, agarro outra vez o livro e pouso-o outra vez!
Olho pela montra para a cidade tentando vislumbrar alguem conhecido, mas porquê é que estou assim tão nervoso? Parece que é a primeira vez que me encontro com alguêm... Lá fora os carros banham-se na luz tardia do sol de Inverno...
Um rosto conhecido surge e num singular momento sinto um turbilhão de sentimentos. Primeiro reconheci quem era, era ela, sempre vinha ao encontro. Senti um aperto no peito, custava-me respirar, parecia que o meu coração parara durante um breve segundo enquanto os olhos dela olharam os meus. Senti que o tempo parou, que se deteve durante uma inteira eternidade. Tudo á minha volta parecia distante, senti que estava noutro mundo, numa dimensão só partilhada por nós os dois. O único som que ouvia era o lento bater do meu coração. Ela sorria, exorcisando de mim todos os sentimentos negativos que me queriam roubar a alma. Senti uma injecção de felicidade, de alegria, de amor a precorrer o meu corpo e sorri...
O tempo continuou...
Estava parvo a olhar para a rua, ela já lá não estava, entrava agora no Café. Acordei de repente, ainda estava abananado com aquele momento. Não entendera o que acontecera! Porque estava tão nervoso? Porque senti tudo aquilo quando a vi?!
Agora que olho para trás percebo o que aquilo queria dizer. Aquele momento queria dizer apenas que te amava.
2 comentários:
É sempre um prazer, visitar o teu blog...está lindo, para não variar!
Beijinho e continua a dar-nos pérolas destas.
É bom sentir-mos essa sensação de nervosismo ao lado da pessoa que amamos!
Por vezes até parecemos parvos e não nos apercebemos disso ;)
O amor faz dessas coisas...
Enviar um comentário