O carro trepida enquanto precorre aquelas ruas empedrada da aldeia. O sol já se está a pôr e as ruas estão ensombradas pelos edificios antigos de arquitectura medieval. Acelero o carro, virando aqui e ali, meio perdido meio encontrado, cheio de pressa de chegar. Estou totalmente impaciente, irritado comigo próprio pelo atraso, e andar neste labirinto urbano ainda me deixa pior. Não encontro a saida, a cada curva surgem três ou mais intersecções viro aqui e ali guiando o carro como um rato num labirinto.
Paro, estou fora da cidade, aonde quero estar é do outro lado de um muro de pedras largas emparelhadas. Subo o muro. Ali estás. De lágrimas nos olhos. O sol põe-se rápidamente atrás de ti nas distantes montanhas, pintando os montes roladados de erva verde Silvestre de um tom amarelo torrado.
"Sempre Vieste."
Acordei.
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