Pode-se dizer que tinha muito. Na realidade provou-se que nada tinha. Tinha uma mão cheia de sorrisos, de piadas e conversas de café. Mas não tinha ninguem que me segurasse a mão.
Irei sempre preferir alguem que me dê a mão, a uma palma cheia de sorrisos falsos que se desvanecem com um sopro de Zéfiro.
Sinto-me muito melhor depois de três dias no meu santuário.
Agora é prosseguir com as excitantes e espectantes aventuras de Vask, no pais dos doutores e engenheiros.

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