"Mas que raio? Como é possível? Conheço-a o suficiente para ver que não têm nada que ver um com o outro! Mas será possível que ela seja assim tão cega? Ou serei eu que estou errado e não a conheço?
Durante a noite o meu cérebro disse:
Não estás errado. Estás até bastante certo. Não te esqueças de confiar nos teus instintos...
Acordei e o primeiro pensamento que me assolou foi...
"Não me interessa. Se ela se pensa feliz assim, pois que seja. Mas sei, vejo isso perfeitamente... que se está a limitar totalmente estando com ele. Mas isso é problema dela..."
Nestas coisas sou tão certo... Nunca falhei. Talvez a minha solitude me permita ver os outros completamente.
Mas não me permito mais pensar nisso.

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