O cavalo seguia veloz pelo caminho tortuoso, levantando uma nuvem enorme de pó atrás de si. Apesar da armadura, o cavalo corria como se não estivesse a carregar todo aquele peso. A sua armadura de aço e o seu cavaleiro também ele imponente com a sua armadura reluzente. Seguiam, cavalo e cavaleiro em direcção á escuridão de nuvens de negro fumo. Trovejava e chuviscava sobre aquela terra carbonizada e em cinzas. Cinzas que se transformavam em pó cinzento nas patas velozes do cavalo. Ao longe crescia uma montanha conforme o cavaleiro se aproximava cada vez mais dela. Era possivel ver o fogo de um milhar de incendios em toda a sua volta. A luz do sol que espreitava através das nuvens grossas, era cada vez mais diminuta. O dia parecia ser noite, embora fosse uma noite com um pouco mais de luz que uma noite de lua cheia.
O cavaleiro puxou as rédeas do cavalo. Este deteve-se bruscamente relinchando. Diante dele a grande montanha, na sua base uma gruta gargantua cujo interior desaparecia na escuridão. Cheirava a morte, a carne podre, a ossos esmagados, a carne e osso queimados. O cavaleiro não tirava os olhos da gruta, desembainhou a sua espada de aço que ainda reluzia mesmo com a pouca luz. Ás costas trazia o escudo, mas ainda não o ia usar.
O vento soprava levemente enchendo o ar com os ecos das chamas que pulvilhavam toda a paisagem. A aragem entrava pela viseira do elmo do cavaleiro que olhava para a gruta, esperando um qualquer movimento. O cavalo farejava o solo em busca de algo para comer, mas alem do carvão e das cinzas, nada havia. Levantou num repente os olhos do chão e olhou directamente para a gruta relinchando. O cavalo sentira algo a mover-se na gruta. Um rugido soou de dentro da gruta, bem como uma luz tremeluzente por alguns segundos. Ouvia-se o som do que pareciam ser trovões seguidos um atrás dos outros, aproximando-se da boca da gruta, eram passos. O cavaleiro abraçou o pescoço do cavalo para o acalmar. Transmitindo-lhe um pouco da sua confiança e determinação.
Os passos faziam tremer a terra, cada vez mais proximos estavam. Um enorme vulto surgiu no meio das brumas. Saiu da gruta, deslizando cá para fora. Onde se ergue nas suas quatro patas, esticando as suas asas membranosas de uma cor amarelo torrado. Brilhavam as suas cores verde vivo, com várias listas amarelas espalhadas pelo corpo. Olhou em volta como que em busca de algo, os seus olhos mostravam que sentia a presença de alguem ali bem perto. Os olhos fixaram-se no pequeno cavaleiro e o seu cavalo reluzentes naquela luz enegrecida. Elevou as patas dianteiras e rugiu ameaçadoramente sem tirar os olhos daquele brinquedo enlatado.
O cavaleiro olhava o dragão nos olhos através da viseira. As patas do dragão voltaram a tocar no chão estremecendo-o e levantando uma cortina de pó que se dissipou com o vento que soprava. Por breves segundos não se mexeram. Homem e dragão desafiavam-se sem mexer um único músculo. O cavaleiro mandou o cavalo seguir, este nem sequer hesitou, confiante como o seu senhor, galopou en direcção á besta que se lhes deparava. O dragão começou a caminhar em direcção ao cavaleiro, cada vez mais rápido. Estavam agora ambos dirigirem-se um ao outro, o chão tremia com cada passada do dragão, mas o cavalo aguentava-se firme e o cavaleiro de espada em punho, preparado para o embate.
O cavaleiro puxou as rédeas do cavalo. Este deteve-se bruscamente relinchando. Diante dele a grande montanha, na sua base uma gruta gargantua cujo interior desaparecia na escuridão. Cheirava a morte, a carne podre, a ossos esmagados, a carne e osso queimados. O cavaleiro não tirava os olhos da gruta, desembainhou a sua espada de aço que ainda reluzia mesmo com a pouca luz. Ás costas trazia o escudo, mas ainda não o ia usar.
O vento soprava levemente enchendo o ar com os ecos das chamas que pulvilhavam toda a paisagem. A aragem entrava pela viseira do elmo do cavaleiro que olhava para a gruta, esperando um qualquer movimento. O cavalo farejava o solo em busca de algo para comer, mas alem do carvão e das cinzas, nada havia. Levantou num repente os olhos do chão e olhou directamente para a gruta relinchando. O cavalo sentira algo a mover-se na gruta. Um rugido soou de dentro da gruta, bem como uma luz tremeluzente por alguns segundos. Ouvia-se o som do que pareciam ser trovões seguidos um atrás dos outros, aproximando-se da boca da gruta, eram passos. O cavaleiro abraçou o pescoço do cavalo para o acalmar. Transmitindo-lhe um pouco da sua confiança e determinação.
Os passos faziam tremer a terra, cada vez mais proximos estavam. Um enorme vulto surgiu no meio das brumas. Saiu da gruta, deslizando cá para fora. Onde se ergue nas suas quatro patas, esticando as suas asas membranosas de uma cor amarelo torrado. Brilhavam as suas cores verde vivo, com várias listas amarelas espalhadas pelo corpo. Olhou em volta como que em busca de algo, os seus olhos mostravam que sentia a presença de alguem ali bem perto. Os olhos fixaram-se no pequeno cavaleiro e o seu cavalo reluzentes naquela luz enegrecida. Elevou as patas dianteiras e rugiu ameaçadoramente sem tirar os olhos daquele brinquedo enlatado.
O cavaleiro olhava o dragão nos olhos através da viseira. As patas do dragão voltaram a tocar no chão estremecendo-o e levantando uma cortina de pó que se dissipou com o vento que soprava. Por breves segundos não se mexeram. Homem e dragão desafiavam-se sem mexer um único músculo. O cavaleiro mandou o cavalo seguir, este nem sequer hesitou, confiante como o seu senhor, galopou en direcção á besta que se lhes deparava. O dragão começou a caminhar em direcção ao cavaleiro, cada vez mais rápido. Estavam agora ambos dirigirem-se um ao outro, o chão tremia com cada passada do dragão, mas o cavalo aguentava-se firme e o cavaleiro de espada em punho, preparado para o embate.

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