Quando escreves as mesmas palavras e já não faz sentido. Quando já ninguem suporta ouvir-te. Quando já nem tu sabes o porquê de falar.
Calas-te.
Devolves sempre um sorriso e uma palavra amiga. Mas por dentro corrois-te a ti mesmo até que um dia sucumbes ao teu silêncio. Morres por dentro. Não tens vida ou alma, tudo te parece supérfluo. Cada teu dia é vivido na mais profunda apatia... Até que um dia. desapareces numa maré silênciosa....
E ninguêm dá por nada.
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